[contexto] Las prácticas de la ciencia abierta aliadas a los avances de las tecnologías digitales han contribuido a la ampliación de las fronteras del conocimiento, al mismo tiempo que incorporan en sus supuestos la idea de una ciencia más colaborativa, inclusiva y transparente, con el propósito de acelerar el progreso científico. [problema] Sin embargo, a pesar del amplio reconocimiento por parte del mundo científico, de los gobiernos y de la sociedad sobre las ventajas y motivaciones de la ciencia abierta, se interponen barreras significativas y contradicciones de varias naturalezas que obstaculizan las promesas de la ciencia abierta. [objetivos] Este ensayo tiene como objetivo comprender, analizar y estructurar las diversas vertientes y elementos del discurso de lo que llamamos ciencia abierta y sus visiones, desafíos y contradicciones. [metodología] Los fundamentos para esta discusión son los diversos documentos producidos por agencias nacionales e internacionales, así como por los autores que se han dedicado a esta complejidad. Resultado: Como resultado, el estudio enumeró los elementos necesarios para la construcción de condiciones infraestructurales que alinean los requisitos transversales necesarios para crear un marco técnico, político y normativo sostenible, favorable a las prácticas, acciones y flujos de trabajo necesarios para la transición hacia la ciencia abierta. Conclusión: Se concluye que la ciencia abierta es, de hecho, un campo de naturaleza plural, que exige la articulación entre múltiples dimensiones de pensamiento y práctica.

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Luís Fernando Sayão
Luana Farias Sales

Resumo

[contexto] As práticas da ciência aberta aliadas aos avanços das tecnologias digitais têm contribuído para a ampliação das fronteiras do conhecimento, ao mesmo tempo em que incorporam aos seus pressupostos a ideia de uma ciência mais colaborativa, inclusiva e transparente, com o propósito de acelerar o progresso científico. [problema] Contudo, apesar do amplo reconhecimento por parte do mundo científico, dos governos e da sociedade das vantagens e motivações das práticas abertas, barreiras significativas e contradições de várias naturezas se interpõem obstaculizando as promessas da ciência aberta. [objetivos] O presente ensaio tem como objetivo compreender, analisar e estruturar as diversas vertentes e elementos do discurso do que chamamos ciência aberta e as suas visões, desafios e contradições. [metodologia] Os fundamentos para esta discussão são os diversos documentos produzidos pela agências nacionais e internacionais, bem como pelos autores que se debruçaram sobre esta complexidade. Resultado: Como resultado, o estudo elencou itens necessários para a construção de condições infraestruturais que alinham requisitos transversais necessários o estabelecimento de framework técnico, político e normativo sustentável favorável às práticas, ações e workflows necessários à transição para a ciência aberta. Conclusão: Conclui-se que a ciência aberta é, de fato, um campo de natureza plural, que exige articulação entre múltiplas dimensões de pensamento e prática.

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Artículos de temática libre
Biografia Autor

Luís Fernando Sayão, Comissão Nacional de Energia Nuclear, Brasil

Doutor em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).  Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT/UFRJ), do Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e do Programa de Pós-Graduação em Memória e Acervos da Fundação Casa de Rui Barbosa. Atua na Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: luis.sayao@cnen.gov.br

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