Desconstruindo a ciência aberta: desafios, visões e distopias

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Luís Fernando Sayão
Luana Farias Sales

Resumen

[contexto] As práticas da ciência aberta aliadas aos avanços das tecnologias digitais têm contribuído para a ampliação das fronteiras do conhecimento, ao mesmo tempo em que incorporam aos seus pressupostos a ideia de uma ciência mais colaborativa, inclusiva e transparente, com o propósito de acelerar o progresso científico. [problema] Contudo, apesar do amplo reconhecimento por parte do mundo científico, dos governos e da sociedade das vantagens e motivações das práticas abertas, barreiras significativas e contradições de várias naturezas se interpõem obstaculizando as promessas da ciência aberta. [objetivos] O presente ensaio tem como objetivo compreender, analisar e estruturar as diversas vertentes e elementos do discurso do que chamamos ciência aberta e as suas visões, desafios e contradições. [metodologia] Os fundamentos para esta discussão são os diversos documentos produzidos pela agências nacionais e internacionais, bem como pelos autores que se debruçaram sobre esta complexidade. Resultado: Como resultado, o estudo elencou itens necessários para a construção de condições infraestruturais que alinham requisitos transversais necessários o estabelecimento de framework técnico, político e normativo sustentável favorável às práticas, ações e workflows necessários à transição para a ciência aberta. Conclusão: Conclui-se que a ciência aberta é, de fato, um campo de natureza plural, que exige articulação entre múltiplas dimensões de pensamento e prática.

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Artículos de temática libre
Biografía del autor/a

Luís Fernando Sayão, Comissão Nacional de Energia Nuclear, Brasil

524 / 5.000   Resultados de tradução Resultado da tradução Doctor en Ciencias de la Información por la Universidad Federal de Río de Janeiro (UFRJ). Profesor del Programa de Posgrado en Ciencias de la Información del Instituto Brasileño de Información en Ciencia y Tecnología (IBICT/UFRJ), del Programa de Posgrado en Biblioteconomía de la Universidad Federal del Estado de Río de Janeiro (UNIRIO) y del Posgrado en Memoria y Colecciones de la Fundación Casa de Rui Barbosa. Obras en la Comisión Nacional de Energía Nuclear (CNEN), Río de Janeiro, Brasil. Correo electrónico: luis.sayo@cnen.gov.br

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